terça-feira, 7 de Abril de 2009

Primavera (III)

Primavera (III)

Na medida que o tempo avança, as imagens frescas da primaveira começam a mixturar e a diluir-se com outras. O sol fica mais brilhante e as cores mais frias. Temos de esperar para o outono para nos oferecer novamente cores quentes. Entretanto, vamos gozar do verão - o azul domina - tomar banhos no mar para arrefecer do calor - que no entanto, aqui na costa atlântica, também nunca é tanto!



domingo, 5 de Abril de 2009

Primavera (II)


Primavera (II)


Um dia espléndido de sol na primavera convida para uma caminhada nas encostas da Serra da Boaviagem, matando saudades e enchendo o coração com as belezas da Natureza.












... esta Briza deve ser a Briza minor







... já se encontram orquídeas no caminho - aqui a Aceras anthropophorum



Aceras anthropophorum




... e também encontram-se espécies do género Ophrys


Extraido da "Flora Iberica"



Ophrys speculum subsp. ?lusitanica



Ophrys speculum subsp. ?lusitanica




Ophrys speculum subsp. ?lusitanica



Ophrys lutea



Ophrys lutea




Ophrys scolopax



Ophrys scolopax



Ophrys scolopax



Ophrys scolopax




















































Continuação: Primavera (III)

Primavera (I)

Início da Primavera (I) - A Primavera já começou...

A Primavera já começou - todo o que se vê aqui já pertence ao passado.  No entanto, as imagens ainda estão bem presentes...




... Crataegus monogyna - o Pilriteiro, da família das rosáceas está a entrar em floração.









...Também a Cephalantera longifolia; uma orquídea comum aqui na Serra da Boaviagem









... os Quercus lusitanicus já têm folhas e começam a florir



... também os himenópteros já estiveram em acção - vespas parasitas da família Cynipidae (nesta caso o género seja talvez Neuroterus) que usam a planta para a sua reprodução. Formam-se as galhas dentro da qual a larva da vespa se desenvolve. Mas além dos insectos galhadores existem outros grupos taxonómicos que também induzem galhas e evoluiram esta forma de parasitismo.










...não tinha a flor da Euphorbia characias desta forma na memória - realmente uma flor estranha






... também a Pistacia lentiscus apresenta-se nas suas mais lindas cores


... e em fim a Vinca  - parece um pequeno moinho de vento. Que grande variedade de formas que a Natureza produz!





Continuação: Primavera (II)




Dia dos Moinhos ...

Dia dos Moinhos - uma visita aos Moinhos de Quiaios




O cartaz do Dia Nacional dos Moinhos



O Moinho do Pardal, infelizmente vandalizado nos últimos tempos e sem velame.



O Engenheiro Carlos Machado, organizador do Dia dos Moinhos Abertos em Quiaios, a explicar aos participantes das visitas o sistema deste moinho de vento do Pardal, insistindo que o chamem apenas "Carlos" e nada de "Engenheiro" ou "Professor", uma vez que é uma pessoa terra à terra, ou mais correctamente: "terra à água", sendo de facto nascido em Cernache dentro de um moinho de água.




...a Randi Danielsen que tem feito um estudo palaeoecológico valiosissimo a partir de pólens sobre as alterações florísticas, paisagísticas, ecológicas e climáticas nos últimos 4-5000 anos desta zona. Ao lado a Guida, uma amiga dela.



...O Horst Engels com outros participantes da excursão, alemão "sonhador" (segunda a Bela do DC) que vive na Praia de Quiaios.




O Presidente da Associação de Desenvolvimento da Praia da Murtinheira (ADPM), António Balsas, que conheçe esta serra palmo à palmo.




...os participantes já vestidos um bocado mais leves depois da subida ...




... uma Vicia da Família das Fabaceae




Umas orquídeas (Cepahalantera longifolia) que se encontram nesta altura na Serra da Boaviagem em flor em sítios onde há pinheiros e pradarias.




... o "reencontro" com o Carlos e com mais participantes que entretanto chegaram à "presa" da Azenha








... o Senhor Joaquim Sousa, bombeiro voluntário, com a sua familia - que adoram a natureza e esta serra.









...a cascata com depósitos calcários



... o "teto" do lugar de fadas - formado pela densa floresta



...deposições calcárias com ...







... a azenha de água



... o lugar onde estava a roda da azenha




a Natureza fabulosa deste sítio que se assemelha a um lugar de fadas lembrando lugares na floresta da Meso-América onde a civilização maia deixou a sua cultura - há séculos coberta pela floresta e redescoberta agora.







...tem de caminhar-se um bocado no leito do rio seco para chegar ao moinho de água do tipo rodízio








... desenho de um rodízio típico em madeira





... O Carlos dentro do "Inferno" do moinho de água. Aqui estava localizado o rodízio que recebia o seu impulso rotativo pelo jato de água que saia de uma fenda na pedra, chamada "boquilha", vista ao lado do rodízio.




... esta fenda ou "boquilha" - o "órgão" chave do "sistema rodízio", foi talvez optimizado pelos princípios já existentes da natureza - neste caso, claro da feminina, uma vez que a profissão do "moleiro", pelo menos ainda na altura da construção deste moinho, era uma profissão estritamente masculina.









Outras contribuições de Carlos Alberto Dias Machado neste blog sobre estes moinhos de Quiaios:

Caminhadas na Praia de Quiaios: O moinho de vento do Pardal
 
Caminhadas na Praia de Quiaios: Os moinhos e azenhas de água de Quiaios




Fazem-se ao longo do ano (normalmente nas sexta-feiras e fins-de-semana na parte da manha) pequenas caminhadas guiadas na zona da Praia de Quiaios (Figueira da Foz). O objectivo das caminhadas: Descobrir achados da Natureza da Praia de Quiaios.

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